sexta-feira, 4 de novembro de 2011

A Revolução Francesa – E. J. Hobsbawm

Livrinho tão pequeno, mas que ensina muito.


Foi minha sobrinha, quartanista de Economia na PUC, quem me falou desse autor e dos livros que ele escreve sobre as revoluções que o mundo já assistiu. Falou tão bem que eu resolvi comprar. Escolhi a Revolução Francesa porque tenho um interesse particular nessa fase da história por conta de suas conseqüências no desenvolvimento do Constitucionalismo, mas isso é tema para outra conversa.

Voltando ao pequeno livro, confesso que quando abri a caixa com as encomendas, em meio a vários outros livros, encontrei este livreto, fiquei meio decepcionada, tanto que deixei ele de lado por bastante tempo e, apenas recentemente, quando estava lendo em outro livro sobre a revolução de que trata as poucas e pequenas páginas dessa obra, é que resolvi dar uma olhada nela.

Me arrependo de não ter lido antes. O livro realmente é bem pequeno, não dá nem para considerá-lo como um livro no sentido literal do termo!! Talvez tenha sido a transcrição de uma palestra que o autor deu ou, ainda mais provável, talvez seja a transcrição de uma aula, mas que aula teria sido essa!!!

Então, para aqueles que gostam de história, esse livretinho, e acredito que todos os outros do autor, é ótimo!!

Beijos!!!
Fefa Rodrigues

2 comentários:

Nerito disse...

Acho que a revolução francesa foi um dos processos que eu mais estudei (e entendi) na vida...

Existem excelentes obras de pesquisadores de história e para nós, que gostamos de romances históricos, são um prato cheio!

Ah, Fefa, já comecei o "Sombra do Vento". Estou mais ou menos na metade. Já teria acabado se não fosse um trabalho complicado que estou fazendo e que só terminará lá pelo dia 18 de novembro...

Mas tá dando pra curtir bastante! Abraço!

Nerito disse...

Oi Fefa, estou gostando muito de "A Sombra do Vento". O problema agora está em separar um trecho que revele um pouco da essência do romance. Alguns trechos acho que são mais uma identificação pessoal, sabe, do que eu acredito... Gosto desse tipo de identificação. Afinal, costumo separar os trechos que mais curti, para em seguida colocá-los numa resenha. Mesmo quando eu não posto no blog.

Valeu pela dica, foi muito boa!