terça-feira, 26 de agosto de 2014

1356 – Bernard Cornwell



A Busca do Graal é minha série de livros preferida. Os livros contam a história do arqueiro inglês Thomas de Hokton e de sua busca pelo Graal, a relíquia mais desejada da cristandade, enquanto combate os franceses, na eterna guerra entre aqueles dois países.

Em 1356 o arqueiro está de volta e isso fez com que eu tivesse muita expectativa com relação e este livro. Thomas é agora um arqueiro consagrado, que fez fortuna com seu arco e que comanda um bando de arqueiros, que, quando não estando lutando pelo seu senhor, vendem seus serviços aos nobres franceses.

Como parece ser seu destino, mais uma vez ele recebe uma missão sagrada. Thomas deve agora, a pedido de seu senhor, encontrar La Malice, a espada usada por Pedro para defender Cristo quando o soldado romano tentou prendê-lo e que é considerada uma das mais poderosas relíquias da cristandade.

Ambos os lados, franceses e ingleses, desejam aquela relíquia que, como crêem, tem o poder de dar a vitória a quem a possuir. Mas não é só Thomas que está em busca da famosa e mística espada, o cardeal Bressiere (não lembro se é assim que escreve e estou com preguiça de pegar o livro para conferir), um homem que, apesar de ser um príncipe da igreja, não tem nada de cristão, também a deseja, para garantir a vitória francesa sobre os ingleses e o apoio do Rei Luis de França a sua candidatura ao papado.

A história culmina na batalha de Poitiers, onde mais uma vez o exército inglês sob o comando de Eduardo, o Príncipe Negro, apesar de cansado, faminto e acuado, rechaça o exército francês graças a seus arqueiros.

Confesso que a história não tem toda aquela força da trilogia A Busca do Graal, falta um pouco de enredo para preencher as lacunas da história real, mas vale a pena a leitura porque Thomas é o melhor personagem de Cornwell e porque, quando o livro se volta para os acontecimentos envolvendo aquela grande e famosa batalha, já na sua parte final, fica ótimo.

Li uma entrevista do Cornwell uma vez em que ele dizia que sua esposa pula as descrições das batalhas quando lê seus livros, achei engraçado, porque eu acredito que uma das melhores partes dos livros dele são as batalhas!!!

Bem, agora estou lendo Prelúdio de Sangue, de Jean Plaiy (pseudônimo da escritora Eleanor Burford), bem interessante porque é uma série de 15 livros que conta toda a história da dinastia Plantageneta e para quem curte história medieval inglesa é de se esbaldar. Logo conto mais!!!

Beijos e boa leitura.

Fefa Rodrigues

sábado, 16 de agosto de 2014

Sobre outras coisas....

Oi amigos e amigas leitores!! Sei que o foco do meu blog não é esse, e sei também que, em geral, quem curte livros não é chegado em moda... porém, eu tenho uma loja aqui na minha cidade e estava em busca de algo diferente, algo que tivesse minha cara e que pudesse ser a marca diferenciadora da minha loja, então encontrei uma marca de t-shirts com um toque inteligente que achei sensacional... na loja física fazendo sucesso, então resolvi colocar on line... 

Convido vocês para visitar e, se gostarem, divulgar!!!!

Tá ai o link: Love Shoes


Obrigada;
Fefa Rodrigues




sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Os Miseráveis

Até que esse livro esteja em suas prateleiras, uma biblioteca não é mais do que uma estante cheia de livros. 

Certa vez li um texto do Ricardo Gondim em que ele que ninguém deveria morrer sem ler Os Miseráveis, e eu concordo porque além de ser de uma qualidade literária brilhante é uma história capaz de mudar a forma que vemos o mundo, de pensarmos sobre a injustiça da justiça humana e em como algumas pessoas podem ser boas em meio à miséria humana... 

Victor Hugo disse que "enquanto houver lugares onde seja possível a asfixia social; em outras palavras, e de um ponto de vista ainda mais amplo, enquanto sobre a terra houver ignorância e miséria, livros como estes não serão inúteis.".... E eu, enfim posso começar a chamar minha estante de livros de Biblioteca!!!!


Beijos e ótimo fim de semana;

- fefa rodrigues -