terça-feira, 8 de outubro de 2013

Riscando da lista...

Há quase dois anos, no dia do meu aniversário, postei aqui uma lista de 10 coisas que gostaria de fazer antes de morrer. Naquela época não tinha qualquer condição de acreditar que realmente conseguiria fazer alguma daquelas coisas, mas o mundo gira, a gente avança e coisas boas acontecem, e então agora já posso riscar uma delas...

  1. Beijar o Davi no alto da Torre Eiffel;
  2. Tocar as paredes do Coliseu;
  3. Ver o sol nascer através de Stonehenge;
  4. Mergulhar na praia de Perth;
  5. Tirar uma foto na frente da igrejinha de Trancoso;
  6. Tomar uma dose de absinto no Café Slavia – e quem sabe ver a fada verde;
  7. Olhar nos olhos da Monalisa;
  8. Andar pelas ruas de Barcelona;
  9. Juntar um punhado de neve nas mãos;
  10. Conhecer um castelo de verdade, daqueles que tiveram cavaleiros defendendo suas muralhas e que de preferência esteja na Irlanda!



É isso aí, galera...
Beijos boa noite!!!
Fefa Rodrigues


Não quero vidinha, não!!

Não sou de ler livros de auto ajuda ou de conselhos para a vida, mas no dia do jantar de comemoração do meu casamento, ganhei de presente um livro que fala sobre relacionamentos e de como somos influenciados pela bagagem que trazemos de casa.

Então me coloquei a pensar sobre como eu tinha certo receio com relação ao casamento. Algo um tanto quanto inconsciente e sem definição. Não me incomodava pensar em ficar a vida toda com a mesma pessoa, ou os desafios financeiros de se manter uma casa ou de se compartilhar tudo com outra pessoa, ou, ainda, qualquer daqueles clichês repetidos pelas pessoas que parecem crer que a instituição está mesmo falida.

Depois de muito pensar sobre o assunto, eu identifiquei o que me incomodava. Não sei se é comum com vocês, mas aqui na minha terra é coisa que um casal houve sempre que marca a data a frase: “Ai que lindo, vão começar a vidinha de vocês”. As pessoas não falam por mal, é só um costumo, mas essa palavra “vidinha” utilizada sempre para definir a vida pós-matrimônio é o que me incomodava, sem que eu percebesse.

Sempre que ouvia a palavra vidinha associada a vida de casada a sensação, ainda que inconsciente, que eu tinha era de que voltando da lua-de-mel o Davi e eu nos tornaríamos duas pessoas medíocres que só poderiam mesmo viver uma vidinha.

E quem é que quer viver uma vidinha, minha gente?? Eu não quer não. Eu quero viver uma vida cheia de desafios, mesmo que sejam esses desafios do dia-a-dia. Eu quero sonhar e lutar para realizar esses sonhos. Eu quero continuar crescendo profissionalmente e intelectualmente. Eu quero ajudar o Davi a se tornar melhor e alcançar seus projetos.

Enfim, eu quero uma vida abundante, uma vida que não tenha nada de “inha”, uma vida que valha a pena ser vivida, e é por isso que eu me casei, para que minha vida tivesse ainda mais desafios a serem vencidos e objetivos a serem alcançados.

Não é isso que todos nós queremos??




Beijos,

Fefa Rodrigues