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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Nem só de caviar vive o Homem - Johannes Mario Simmel

“Esse eu já li... e gostei!”: Nem só de caviar vive o Homem

Esse não era um título muito conhecido, pelo menos não era para mim. Foi meu amigo Moretti quem me indicou a leitura e me emprestou o livro (lembra, Má?!) que ele tinha lá no meio de uma dessas coleções que nossos pais compram e que a gente não dá muita bola. Quando ele me falou pela primeira vez desse livro fui sincera em dizer que nunca tinha ouvido falar, então ele me disse que a história era muito boa, um romance de espionagem recheado com as receitas que o personagem principal prepara durante suas aventuras, então, não resisiti...

Detalhe da Capa - bem surradinha igual estava o que o Moretti me emprestou!!

Thomas Lieven é um banqueiro londrino que vê sua vida pacata de burguês mudar radicalmente. Ele está na Suíça a negócios quando a Segunda Guerra eclode. Impedido de voltar para casa acaba sendo envolvido em um caso de espionagem internacional. Para cumprir suas missões, e escapar de seus inimigos, ele usa sua inteligência e sagacidade, e também o seu dom para a culinária, ora ao lado dos Aliados, ora ao lado do Eixo (não, ele não vira a casaca nem se vende para quem paga mais, é que na vida dele o destino tem uma forte influência). Um bom romance!

Ah, e o engraçado é que tempos depois de eu ter lido o livro por empréstimo do Moretti, minha irmã estava na oficina de reciclagem lá da igreja e, pasmem, encontrou um exemplar desse mesmo livro no lixo reciclável!! Claro que ela levou para casa, né! Mas, depois que ela se casou, a herança ficou para um amigo nosso, o Gleison, e eu espero de verdade que ele esteja em segurança!

Cartaz do Filme





E olha só, xeretando na net, descobri que o livro já virou filme, mas não consegui maiores informações ou um link para fazer o download. Vou continuar pesquisando, eu adoro filmes em preto e branco e uma história boa como essa vale a pena!


Fefa Rodrigues

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Esse eu já li... e gostei: Os Bórgias

Segunda é dia de “Esse eu já li... e gostei” e o escolhido dessa semana é Os Bórgias. O livro  é realmente muito bom! Escrito por Mario Puzo, autor de O Poderoso Chefão, este romance histórico se baseia na vida do cardeal Roderigo Bórgia e de sua família.
  

Detalhe da Capa
A história começa com o conclave para a eleição do novo papa após a morte do pontífice Inocêncio. O Cardeal Roderigo Bórgia, homem ambicioso e sem escrúpulos, usa todos os meios para alcançar seu maior objetivo, ser eleito Papa e, mesmo dentro do rígido ambiente do conclave, ele consegue, com a ajuda de seu filho Césare, subornar os demais cardeais e suas famílias até ser eleito.

A partir daí, agora como Papa Alexandre VI, o livro nos mostra suas relações com as grandes famílias e a forma como esse espanhol consolida seu poder a partir de uma rede de alianças criminosas eliminando todos aqueles que tentam se opor aos seus planos.

Para enriquecer e fortalecer ainda mais sua família ele conta com a ajuda de seu filho Césare, um cardeal sem qualquer vocação para o sacerdócio, que sonhava em ser soldado, mas como isso não fazia parte dos planos de seu pai, seu destino foi o barrete vermelho, com a beleza de sua filha Lucrécia e com seu filho Juan.

Lucrécia é uma personagem que habita o imaginário popular como uma mulher fria capaz de manipular os venenos e que se utilizava desse método para se livrar dos maridos que não lhe agradavam e dos inimigos de seu pai, mas, nesta obra, ela é retratada como uma moça doce e cheia de expectativas, fadada aos caprichos do pai e negociada como a joia mais preciosa de Roma. Gostei muito desta personagem.

Legal lembrar que Césare foi, na vida real, a inspiração de Maquiavel para escrever o livro O Príncipe.

Os Bórgias é um romance histórico empolgante, um trama bem escrita sobre essa que talvez tenha sido a primeira família mafiosa da história.

Além do livro, estou vendo uma série homônima sobre a Os Bórgias. Pelo que eu vi até agora ela não tomou por base a obra de Puzo, mas como se trata e fatos históricos, não há grandes diferenças. Muito bem feita a série, vale a pena conferir!



Boa Semana...
Fefa


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Esse eu já li... e gostei: A Sombra do Vento

A Sombra do Vento - Carlos Ruiz Zafón

Dia desses visitando um dos vários blogs sobre livros que eu leio quase que diariamente me deparei com um comentário sobre o livro A Sombra do Vento. Como foi um livro que eu gostei muito, tanto que já li mais de uma vez, corri para conferir o que a pessoa tinha a dizer, e levei um susto! O comentário dizia que é impossível ler esse livro até o fim, que a históra é chata, sem sal e não anda, que os personagens são fracos e um monte de outras coisas. 

Fiquei indignada! Afinal, eu adorei a história e a forma como ela é contada. É muito estranho quando alguém “fala mal” de um livro que a gente gostou, a gente fica até mesmo chateada! Por isso, quando estava planejando quais seriam os tópicos que eu iria colocar aquino blog, fiquei meio em dúvida com uma “coluna” "Esse eu já li – e não gostei". Mas, acho que vale a pena compartilhar todas as informações!

Enrtão, vamos ao que interessa! Escolhi esse livro pelo nome, num dia visitando uma livraria da cidade. Li a contracapa e gostei da idéia de um Cemitério dos Livros Esquecidos. Esperava algo meio romance-policial, mas me surpreendi.


                                                                   A Sombra do Vento



O ambiente é a Espanha franquista. Duas histórias acontecem ao mesmo tempo, a de Daniel Sempere, no “tempo presente”, e a de Julian, no “tempo passado”. Há um clima de mistério e a história vai se montando aos poucos, como e um quebra-cabeças. Os personagens são interessantíssimos, não penas os principais, mas todos os que rodeiam a história, com destaque para o Anjo de Bruma, um palacete que permeia toda a história e que é quase como um personagem vivo!




Eu já li esse livro duas vezes, e acho que vou ler outras. É o livro de estréia de Carlos Ruiz Zafón e eu queria mesmo é que ele virasse filme ou uma série! 

Recomendo!
E você? Já leu, gostou? Qual sua opinião?

Fefa Rodrigues