quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Feliz Natal!!!

Amanhã estarei de folga, então é provável que só apareça por aqui outra vez na segunda-feira... Afinal tenho que preparar algumas das minhas tradicionais tortas de limão para a ceia!!! E uma inteirinha só para o Davi!! ;o)

Então, já vou deixar meus votos... Desejo a todos um Natal delicioso!!! Muitos livros de presente, uma ceia farta e a companhia de todos aqueles a quem se ama!!


E como aqui neve não cai e todo mundo mesmo é pensando em praia, desejo um janeiro sem chuva e um ano novo repleto de sonhos se realizando a todos... Ah!! e muita inspiração aos nossos escritores favoritos!!!

Beijos...
Fefa Rodrigues



As oportunidades do Natal...

O clima de Natal está no ar. Minha mesa aqui do trabalho está cheia de presentes que vou dar para meu pai, mãe, irmãs e irmão, sobrinha... A enorme pista do Carros 2 que comprei para meu sobrinho está vindo, espero que chegue à tempo... Ainda faltam algumas coisas pra comprar... mas vai dar tempo.

As árvores de Natal das casas das minhas irmãs também estão cheias de presentes... principalmente a da Tata... o Leozinho vai se cansar de abrir tantos pacotes, sábado à noite todos nós estaremos cheios de coisas novas...

Todo mundo a minha volta está com suas listas de compras quase fechadas, faltam poucos detalhes, uma loucura... correria, mas as lojas ficarão abertas até as 18:00 do sábado... um tributo ao Sr. Ebenezer Scrooge diria Dickens...

Esta é a realidade em que eu, menina de classe média, vivo... mas essa realidade, especialmente no Natal, as vezes é atravessada por outras realidades...

Ontem foi a Betinha que veio me contar de três crianças perto da casa dela, a mãe viciada está numa clinica, o pai, também viciado, já morreu... hoje a Camila passou por aqui perguntando se o pessoal não teria algo para contribuir para que o Setor dela fizesse uma cesta de alimentos para levar para uma família... ano passado nem geladeira eles tinham.

Quanto a gente gasta para dar tantos e tantos presentes no Natal? Mas parece tão difícil abrir a carteira para tirar R$ 10,00 e simplesmente dar.

O que mais ouvi à minha volta, depois de histórias como essas serem contadas durante o mês todo foi “Graças a Deus pelas coisas que eu tenho...” ou “É a gente tem que agradecer todo dia a Deus”.

Discordo. Não que a gratidão não seja algo importante, ela é, mas não é suficiente, na verdade, talvez seja nada se for apenas a sensação de alívio porque na nossa casa vai ter uma ceia enorme, com mais comida do que muita gente por ai vai ver durante um mês inteiro.

Gratidão tem que ser mais que isso, tem que ser ação. E o Natal é uma época cheia de oportunidades pra gente agir... é uma época em que a gente pode ser o milagre na vida de alguém.

Claro que vai ter quem diga que de nada adianta dar um brinquedo ou alguns doces para uma criança no Natal. Concordo. Isso não vai mudar o futuro dela, mas vai mudar o dia dela... ainda que por algum tempo, ela vai ser, ao menos, feliz e se isso é o máximo que se pode fazer por alguém, é o que deve ser feito...

O Natal é uma época cheia de oportunidades... oportunidades de sermos o milagre na vida de alguém!!!

Beijos...
Fefa Rodrigues

Um plano de Natal

Parece que as crianças de hoje em dia são mais espertas do que a gente era, não é verdade? Já falei por aqui, algumas várias vezes, sobre meu sobrinho, o Leo. Ele tem seis anos e vira e mexe me surpreende com suas falas e idéias.

Lá por meados de outubro ele começou uma campanha que eu não entendi muito à época, já que ele adora ficar na minha casa, que é a casa da vovó também: a ceia de Natal deveria ser na casa dele e não na casa dos meus pais, como acontece todo ano. De tanto insistir, todo mundo topou, ele é o caçula da família e isso conta muito né!!

Uma tradição foi quebrada e um precedente foi estabelecido: a ceia de Natal, pela primeira vez na vida, não será na casa dos meus pais (minha casa, ainda, diga-se).

Até ai tudo bem, mas, nessa semana, entendi qual era o plano do pequeno com toda aquela campanha quando ele veio falar comigo e o diálogo foi mais ou menos o seguinte:

Leo: - Tia Fê, você pode levar uns cookies de chocolate na minha casa no dia do Natal?
Eu: - Posso Leo, mas pra que cookies? Já vai ter tanta comida no dia...
Leo: - É que eu tenho um plano... e preciso dos cookies...
Eu: - Hum... mas que plano é esse?
Leo: - Eu vou fazer uma armadilha pra pegar o Papai Noel!!
Eu: - Ah, sim... claro... e como você pretende fazer isso?
Leo: - Eu vou fazer uma armadilha com meu fio dental, quando Papai Noel for pegar os cookies que eu vou deixar na sala, ele vai ficar pendurado de cabeça para baixo... por isso eu preciso dos cookies e preciso que o tio Da ajude, porque ele é forte...
Eu: - Mais Leo, se você pegar o Papai Noel como ele vai entregar os presentes pras outras crianças?
Leo: - Mais tia Fê, é só porque eu quero ver ele, bem rapidinho... daí eu solto!!!

De certa forma isso me lembrou aquela parte do livro O Mundo de Sofia, quando o autor compara a pessoa que pensa ao coelho que quer sair da cartola e olhar nos olhos do mágico. O´Léo quer olhar nos olhos do Papai Noel...

Claro que eu vou levar os cookies, e nós vamos armar a tal armadilha e colocar os biscoitos em um parto lindo, perto da árvore de Natal... e, depois que ele dormir, os cookies vão sumir e apenas os farelos vão ficar no prato, a armadilha vai ser desmontada e um bilhete escrito por uma amiga que tem uma letra perfeita vai estar lá, embaixo de um único cookie mordido pela metade, dizendo assim...


“Olá Leo, você quase me pegou em sua armadilha, heim!!! Sorte que um de meus duendes ajudantes me salvou...

Obrigada pelos cookies de chocolate, são meus preferidos!! Como você adivinhou?
Recebi o e-mail que você me mandou, espero que goste dos presentes que eu trouxe...
No ano que vem, seja um garoto obediente ao papai e a mamãe, estude bastante, seja amigo dos livros, dos números e das letras e, então, quando você crescer, poderá construir um trenó a jato para mim... assim eu poderei entregar os presente mais rápido da Noite de Nnatal...

Até o ano que vem... ho-ho-ho

Papai Noel”


Então, este é meu Plano de Natal... garantir magia na vida de um garotinho de seis anos!!! ;o)


Imagem: We heart it


Beijos e um Natal Mágico para todos!!!
Fefa Rodrigues

P.S.1: Ano passado, a gente fingiu que o Papai Noel havia derrubado o gorro vermelho que ficou enroscado no portão da casa dele. Ele passou a semana toda com o gorro na cabeça, e só tirou quando minha irmã disse que o Papai Noel tinha mandado em e-mail, pedindo que o gorro fosse mandado para o Pólo Norte por sedex!!!

P.S.2: Quando perguntei se ele tinha mandando uma cartinha pro Papai Noel ele me disse que tinha mandando um e-mail... depois descobri que a irmã dele providenciou um endereço de e-mail papainoel@polonorte.com, e ajudou ele com o tal e-mail...

P.S.3: Ele acha que o Davi, meu namorado, é um pirata porque ele usa brinco... fora do contexto mas eu me lembrei desse detalhe e quis comentar!!!;o)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Literatura inspirada no Natal: A Christmas Carol – Charles Dickens

Desde que me conheço por gente, sempre que chega a época do Natal eu assisto ao O Conto de Natal, obra do Dickens, na versão Disney, com o Tio Patinhas no papel do Sr. Scrooge e o Mickey no papel de Bob Cratchit, numa Londres gelada e coberta de neve!! 

Nesta semana, assisti ao conto na versão Looney Tunes, com meu sobrinho - o Leo - que adorou e me fez várias e várias perguntas sobre a história e, quando eu contei que tinha um livro que contava aquela história ele me pediu de presente!

Na minha opinião, a versão antiga da Disney é melhor, mas, de qualquer forma, a história é muito boa, também... pudera... baseado em uma obra do Dickens difícil não ser excelente!!!

A Christmas Carol, ou, Um Conto de Natal conta a história do avarento Ebenezer Scrooge (até pensei se o nome desse personagem tem alguma simbologia... já que o significado de Ebenezer, segundo a Bíblia, é “até aqui nos ajudou o Senhor”), homem muito rico que vive sozinho trabalhando em seu escritório escuro e deprimente em Londres, visivelmente infeliz e de um de seus funcionários de nome Bob Cratchit, um homem pobre, porém feliz, que tem quatro filhos, o mais novo com problemas de saúde. 

Na véspera do Natal, Scrooge, que não acreditava em Natal e não fazia muito esforço para que seus funcionários pudessem ter um bom feriado, recebe a visita do espírito de Jacob Marley, morto há alguns anos e que volta a Terra para tentar lhe alertar sobre o que o espera no pós-morte caso ele continue levando uma vida de avareza. Depois desse recado Scrooge recebe a visita de três outros espíritos... (acho que o filme leva o nome "Os Três Espíritos do Natal", mas não tenho certeza).

O primeiro é o Espírito dos Natais Passados, que leva Scrooge de volta à sua adolescência, quando ele ainda acreditava no Natal, que, ao ver como era diferente no passado, se entristece. Ele então recebe a visita do Espírito do Natal Presente que o leva para ver várias celebrações de Natal por toda a cidade, inclusive, à casa de seu humilde empregado Bob Cratchit, onde, apesar da pobreza, há amor e felicidade.

Por fim, chega o Espírito dos Natais Futuros que leva Scrooge para ver sua morte infeliz, solitária e sem amigos... me lembro que no fime a sepultura do Scrooge está abandonada e o único a visitá-lo é Bob Cratchit e seu pequeno filho, cujo único desejo sempre tinha sido que seu pai pudesse passar o Natal em casa, o que era quase impossível já que o avarento Scrooge não dava folga aos funcionários no feriado.

Tio Patinhas como Scrooge
Após a visita destes três espíritos, Ebenezer Scrooge toma consicência de sua situação e se torna um novo homem, e, naquele mesmo Natal, realiza uma festa para celebrar a data, tornando-se um patrão melhor e mais juntos e passa a cuidar do pequeno filho de Bob Cratchit.

Bob Cratchit e sua familia celebrando o Natal
Dickens é um escritor maravilhoso e uma das obras dele que eu mais gostei foi Um Conto de Duas Cidades. Ele tem outros contos de Natal que eu ainda não li, mas acredito que sejam todos da mesma qualidade, por isso considero suas obras, todas elas, ótimas dicas de leitura!!!

Então, aproveitando o Natal que já está no ar há alguns dias, que tal ler, ou assistir, uma das muitas versões de A Christmas Carol? Ou, se está na dúvida de como presentear alguém, que tal um livro do Dickens???

Beijos e boa leitura!!!
Fefa Rodrigues

Queda de Gigantes... apenas breves comentários!!!

Não, eu ainda não terminei de ler Queda de Gigantes, mas, mesmo assim, quero fazer alguns comentários sobre o livro... mesmo que breves.

Em primeiro lugar ele é ótimo!! As poucas críticas que eu tinha com relação ao Ken Follet, como comentei na postagem sobre Os Pilares da Terra, não valem para essa obra. Estou amando a forma como ele escreve (no outro livro, comentei que tinha certa desconfiança de que o problema era a tradução), o modo como à história vai de Gales do Sul a Rússia... dos Estados Unidos a Londres...

Além disso, é muito legal ver a aproximação da Primeira Guerra do ponto de vista das pessoas que presenciaram os fatos, diferentes de nós que olhamos para trás para entender o que aconteceu, eles só podiam imaginar o que aconteceria... Como quando a personagem Maud toma uma decisão importante, acreditando que a Guerra duraria apenas algumas semanas ou, no máximo, alguns meses (Será que era assim que o Bush pensava, também?).

Além disso, a gente acompanha a atividades dos embaixadores e diplomatas dos paises envolvidos, a luta de alguns pela paz e de outros pela Guerra... muito legal!!!

Não vou entrar em muitos detalhes já, porque senão quando terminar o livro não sobra muita coisa para falar, mas, se você está pensando em ler esse livro ou esta na dúvida se deve comprá-lo (Viu, Vitor!!), eu incentivo a leitura, especialmente para quem se interessa pela história dos conflitos internacionais e gosta de Relações Internacionais...

Ah, e como eu já disse antes, nada melhor que um romance histórico pra gente aprender e entender com mais profundidade a história!!!

Beijos e boa leitura...
Fefa Rodrigues


Outras Paixões: Fotografia

Robert Capa

Fotografia é outra das minhas paixões, assim como os livros e o cinema, e um dos fotógrafos que eu mais aprecio é Robert Capa. Fotógrafo de Guerra, ele cobriu alguns dos maiores conflitos do século XX, como a Guerra Civil Espanhola e a Segunda Guerra Mundial, e morreu em 1954, ao pisar em uma mina terrestre durante a cobertura da Guerra da Indochina. Diz-se que a camara permaneceu em suas mãos.

Voltando à fotografia, o que mais me chama atenção nelas, seja do Capa ou dos outros fotógrafos que eu aprecio, é a expressão das pessoas, especialmente o olhar, e captar esse olhar, essa expressão, é um dom.

Quanto ao Capa, além desse dom de captar a expressão das pessoas, sua obra é produzida sobretudo durante as guerras, o que faz com que eu goste ainda mais. Não que eu goste de guerra, mas os conflitos internacionais são um dos assuntos que eu gosto (outra paixão: História).  

Uma das fotografias mais famosas do Capa é “A morte do Soldado Legalista”, que captou o momento em que um soldado foi atingido por uma bala, durante a Guerra Civil Espanhola. Com essa foto ele ganhou o Prêmio Pulitzer. Mas há uma certa polêmica envolvendo a tal fotografia, pois, algumas pessoas acreditam que ela não foi espontânea, mas, sim uma montagem.

Não sei. Não sou expert em fotografia para fazer uma análise técnica, de qualquer forma, é uma imagem marcante.

A Morte do Soldado Legalista

Outras...


Ele desembarcou junto com os soldados no Dia D, na Normandia





Robert Capa
Pretendo fazer um curso de fotografia algum dia. Aqui na minha cidade não tem nada do tipo, por isso ainda não fiz, até lá, continuo usando a minha 5 megapixels para fotografar o que vou encontrando pela vida sem muitas pretensões... :o)

Beijos
Fefa Rodrigues

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Once upon a time...

...ou Era uma vez...

É assim que uma boa história sempre começa, né!!! Então, aqui vai uma dica de série para quem gosta de contos de fadas!! Quando li sobre esta série me lembrei do filme Os Irmãos Grimm, que também é uma ótima dica e que eu comento qualquer hora, por causa dessa coisa de misturar pesonagens de várias histórias e adicionar um quê de realidade.

Logo que li sobre a série em algum dos muitos blogs que visito todos os dias, comentei com a Taís – colega de trabalho e também blogueira, e mais que depressa o irmão dela, o Max – que eu sequer conheço pessoalmente, mas que também baixa as coisas pra mim, pra eu não superlotar o micro do Davi, baixou pra gente assistir e eu achando o máximo!!!

Tudo bem que eu assisti só um episódio ontem a noite – já estava tarde e o despertador tocava cedo hoje, mas a série me conquistou.

Primeiro porque ela mistura os personagens dos contos de fada e eu sempre gosto disso. Tudo começa quando, logo após dar o beijo ressuscitador na Branca de Neve, o Príncipe Encantado e ela se casam às voltas de já conhecidos personagens... Porém, durante a cerimônia, a Madrasta-Rainha-Bruxa-Má aparece e lança uma maldição sobre os noivos e, também, sobre todos os personagens... ela os amaldiçoa com o fim dos finais felizes!!

Antes que a maldição chegue, a Branca de Neve ouve uma profecia de que sua filha seria a salvadora do Mundo do Faz de Conta, e isso faz com que todos os personagens se unam para evitar que a maldição aconteça e para proteger a pequena menina que ainda vai nascer.

Daí, numa versão meio Super Homem sendo enviado à Terra por seus pais, a pequena Emma é enviada ao nosso mundo, não através de uma nave espacial, mas através de um guarda-roupas feito com a madeira de uma árvore mágica (eu sei que a gente já viu isso antes... mas vai, vamos fazer os links, digamos que a árvore também era de Nárnia).

Imagem: Google
A partir daí todos os personagens acabam sendo levados para uma pequena cidade, onde vivem sem que o tempo flua, e sem se lembrarem de quem são de verdade... até que, um garotinho, após ler um livro especial, se dá conta do que esta acontecendo e decide agir saindo em busca de Emma... Vou parar por aqui por um motivo simples. Assim acabou o primeiro episódio!!!

O segundo ponto que me fez gostar da série é que ela é muito bem feita. Efeitos especiais, a vida no Mundo dos Contos de Fadas, as fadas, os personagens... tudo muito bem feito!!!

Então, para quem gosta de séries e também gosta de um bom faz-de-conta, especialmente dos clássicos da literatura infantil, essa série é uma ótima dica!!! Bem cara de férias!!!

Beijos
Fefa Rodrigues

Meu primeiro selinho!!!

Olá a todos... ando meio devagar aqui no blog, mas é que estou a duas semanas de sair de férias e eu só consigo sair de férias em paz se eu finalizar todos os processos e questões do trabalhos... e é isso que estou fazendo, portanto, ando meio sem tempo!!! Mas estou cheia de coisas para comentar e compartilhar... basta passar estes dias tumultuados!!!

Agora, olha que legal, recebi meu primeiro selinho no blog. Foi a Fê do Na Trilha dos Livros quem me indicou e eu fiquei super feliz, porque me lembro que quando, enfim, criei coragem de montar o blog ficava meio envergonhada de postar e ainda mais quando via que blogueiros como a e o Nerito, do blog O Guardião, me visitavam.

Que medo de cometer alguma gafe gramatical que me dava!!! Agora, apesar de ainda ler 500 vezes as postagens antes de publicar para evitar erros que, ainda assim, acontecem, já não fico morrendo de vergonha, porque considero a , o Nerito, a Orquídea e o Vitor - de O Guardião da Muralha, como bons amigos... além de todas as pessoas que passam por aqui sempre, mesmo sem deixar comentários!!!

Então, obrigada a todo mundo por vir aqui compartilhar comigo essa Paixão por Papel!!! E muuuuuuuuito obrigada a FÊ por me indicar e por sempre estar por aqui!!! :o*

Olha o selinho ai....


Beijos
Fefa Rodrigues

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Coisa do interior...

Eu moro em Tatuí, interior de São Paulo. Minha cidade não é grande... pouco mais de 100 mil habitantes. Mas, como já disse antes, tenho tudo o que preciso por aqui, um cinema, uma ótima pizzaria (tem vária na city, mas a do Zé é fenomenal), um restaurante charmoso e uma lanchonete que eu amo!!

E, como uma boa cidade do interior, aqui tem um monte de pequenas igrejas espalhadas pelos bairros rurais... um dia desses em que eu estava andando por ai resolvi fotografar algumas delas, e vou postar as fotos que mais gostei...

Essa é a Capela do Benfica, onde a cidade começou...

 


Esta é a primeira Igreja Presbiteriana da cidade...


Esta é a Igreja Nossa Senhora de Fátima, e fica no bairro de Americana...


Esta igreja fica numa fazenda próxima ao Residencial Astória



Estas eu encontrei pela estrada... sem nome, sem informações, tão pequenas...











Esta foto não é de igreja, mas eu gostei tanto das cores que postei assim mesmo (risos)... e fotografei no mesmo dia que as outras...


Ah... ontem me dei conta de uma coisa, enquanto estava vendo o blog São Paulo Antiga, percebi que gosto de casarões antigos, mas gosto mais deles quando estão em ruínas... não caindo, é claro, mas quando estão marcados pelo tempo... é que só assim dá aquela impressão de que está cheio de fantasmas lá dentro!!!;o)

Ainda preciso terminar meu inventário de casarões da cidade... daí posto as fotos!!!:o)

Beijos,
Fefa Rodrigues

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Jeux d'enfants

Eu amo cinema e, ao contrário do que muitos cults dizem, eu gosto sim dos blockbusters, especialmente daqueles baseados nos quadrinhos da Marvel. Acontece que, apesar de ser também apaixonada por cinema, sempre acabava assistindo aos óbvios, às produções de Hollywood.

Um dia, assisti Simplesmente Amor, na versão inglesa, e amei!! Daí, assisti Nanny Macphee, e gostei também... então me dei conta de que eram produções inglesas e uma janela se abriu à minha frente!! Percebi que não são só os norte-americanos que fazem filmes, que outros paises também o fazem e fazem bem!!!

Foi ai que comecei garimpar a internet em busca de bons títulos para assistir e um blog muito profícuo (haha adoro esta palavra!) na questão é o Nem um Pouco Épico foi lá que vi a dica da série Downton Abbey, que estou vendo e adorando, e de alguns filmes, dentre os quais Jeux d'enfants, ou, como ficou na tradução, Amor ou Conseqüência.

Confesso que o único filme francês que já havia visto tinha sido O Fabuloso destino de Amélie Poulan. Ontem, assisti a Jeux d'enfants e gostei muito. No inicio eu pensei que ia ser bem parecido com Amélie, as cores, a pequena rua onde tudo começa... mas não, é diferente.

A história de Sophie e Julien. Ela, de origem polaca, sofre na escola com o desprezo dos colegas, ele sofre com a doença da mãe à beira da morte e com um pai distante e meio violento. Os dois se tornam amigos e começam um jogo no qual um pequeno carrossel é passado entre eles conforme um aceita e cumpre o desafio feito pelo outro.


Assim eles crescem, unidos pelo jogo que, aos poucos, começa a se tornar mais sério e até perigoso. Me parece que eles têm medo de assumir o amor que obviamente nasce entre eles, e usam o jogo para se manter próximos.

Odiei e depois amei o Julien. Odiei em uma certa cena em que a gente acha que, enfim, eles vão ficar juntos, e amei quando os olhos dele se enchem de lagrimas depois de ficar 10 anos sem ver Sophie.


O final do filme me pareceu um tanto diferente, não soube ao certo o que estava acontecendo, e, depois, tirei minhas próprias conclusões.    

Então, queria indicar o filme e dizer que eu estou gostando da experiência de conhecer outros filmes que não apenas aqueles produzidos pelos EUA!!!

Beijos
Fefa Rodrigues

PS: O próximo filme que verei é Bons Costumes, depois comento!!!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Personagens inesquecíveis: O Grande Aslan

Acredito que, quem ama ler, vai concordar com o que vou dizer. Depois de tantos e tantos livros que li, percebi que alguns deles, além de histórias maravilhosas, têm também personagens inspiradores, inesquecíveis, que, de tão marcantes, nos parecem reais, como alguém que conhecemos e que, muitas vezes, ansiamos por reencontrar.


Já li muito. Muito mesmo. E acredito que o personagem mais marcante que encontrei em toda minha vida foi o Grande Aslan.

Desde a primeira crônica (para quem leu/comprou em volume único sabe que a primeira crônica é O Sobrinho do Mago) é possível notar que Aslan é algo de grandioso, mas é só em O Leão, A Feiticeira e o Guarda-roupa que a gente compreende que C. S. Lewis criou uma alegoria entre Aslan e Cristo.

Aslan sempre está presente, mesmo quando não pode ser visto. Algumas vezes ele interfere, outras ele aponta o caminho a seguir ou, ainda, apenas inspira as decisões a serem tomadas, mas sempre respeitando a liberdade de decisão de cada um. Gosto especialmente de quando Pedro decide ir à guerra, mesmo acreditando que Aslan está morto, quando, na verdade, o Leão está vindo com ajuda.


As Crônicas de Nárnia tem, para mim, o mérito de expressar de forma exata quem é Deus, o Deus como eu acredito e como a Bíblia diz que Ele é, de forma muita mais verdadeira do que muitas religiões e dogmas. Para mim, as Crônicas de Nárnia é uma ótima forma de se conhecer a Deus. Foi por isso que usei suas palavras para explicar para meu sobrinho o que acontece depois que a gente morre, como contei aqui. E, mesmo para aqueles que não crêem, este é um livro inspirador!

O que mais me emocionou em todas as crônicas foi quando, no fim de O Peregrino da Alvorada, Aslan diz para Lucia que ela não voltaria mais para Nárnia, mas que ela poderia encontrá-lo aqui no nosso mundo, sob outra forma, no livro ele diz especificamente qual é a sua forma nas Terras Sombrias... aqui ele é um Cordeiro.

Tem uma garotinha que conheço, ela se chama Noemi, tem 5 anos, e é apaixonada por Aslan. Vira e mexe, ela sonha com ele e nos conta que no seu sonho ela brincava com Aslan ou se sentava com ele sob uma árvore.


Então, por tudo que As Crônicas de Nárnia é, este é um livro para se ler na vida!!!

Beijos e boa leitura...
Fefa Rodrigues

PS: Perdão pelo erro de gramática mais cedo!!!! Corrigida a postagem...

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Já que comecei...

Já que comecei falando de poesia hoje - que é outra das minhas paixões - vou continuar falando!!

Descobri Cora Coralina quando estava ouvindo uma pregação e o pastor começou o sermão com uma frase dela. Como já disse antes, quando descubro algum escritor novo de quem eu gosto, começo a pesquisar tudo sobre o tal autor, e assim foi com a Cora depois do tal sermão. Me apaixonei por suas palavras.

É tão triste que a grande maioria das pesssoas não a conheça. Queria que as palavras dela a serem traduzidas para dezenas de línguas e não as palavras sem sentido do Paulo Coelho...

Se você ainda não conhece, vou postar um dos poemas dela que eu gosto muito!!



Poeminha Amoroso

Este é um poema de amor
tão meigo, tão terno, tão teu...
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu...

E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.

Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo...
eu te amo, perdoa-me, eu te amo...
                                                 

                                                                                                   - Cora Coralina -

Para ilustrar...
O texto eu peguei no Releituras e a imagem no We Heart It.


Beijos...
Fefa Rodrigues

Poema em Linha Reta - Fernando Pessoa

O Marcelo, meu amigo e futuro afilhado, deixou um comentário na postagem ai abaixo me perguntando se eu conhecia o Poema em Linha Reta. Confesso que, apesar de gostar muito de Fernando Pessoa - todos eles, eu ainda não conhecia este poema!

Eu gosto muito quando a leitura nos traz sensações, e esta traz aquele amargor na boca. Não é tão fácil quanto parece se reconhecer falho, aceitar o que se é.

De qualquer forma, gostei do poema e ai vai ele para quem, como eu, até então não conhecia!


Poema em Linha Reta

                                                                                          - Fernando Pessoa -
                                                                                           (Álvaro de Campos)


Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.


E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.


Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...


Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,


Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?


Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?


Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.


Para quem quiser ler outros poemos do Fernando Pessoa ou de outros grandes poetas, recomendo o site Releituras. É de lá que retiro as poesias que posto aqui ou apenas leio algumas delas... É só clicar!!! ;o)

Abraços...
Fefa Rodrigues

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Outra vez...

A Tais do blog La Modee foi quem me ensinou a montar o blog... ela sempre me dá dicas de filmes e além da dica ela também grava os filmes no meu pend drive!!! Meia Noite em Paris foi um dos filmes que mais gostei na vida - dica da Taís.

Nós conversamos tanto sobre o filme, sobre Paris, sobre as roupas usadas nos anos 20, sobre o romances que a Tá sugeriu que, em uam aprceria de nossos blogs, eu escrevesse uma resenha sobre filme para e ela fizesse os comentários de moda!

Então, ai a resenha que eu escrevi especialmente para o blog da Taís, que tem um publico ligado em moda... e para conhecer mais sobre a moda daquela época e como usar aquelas tendências hoje, visite o La Modee!!

Meia Noite em Paris

Noutro dia a Taís me indicou um filme que eu adorei e que já indiquei para várias pessoas. Acho muito legal quando um filme, um livro, um programa tem a capacidade de despertar em nós a vontade de conhecer mais sobre um assunto, e com esse filme isso acontece.

O filme é quase uma comédia romântica, mas, sob a direção de Woody Allen, ganha ares de épico! É uma história doce. Em resumo, Gil é um rico escritor de scripts, apaixonado por literatura da melhor qualidade, que ama Paris e queria ter vivido nos anos 20. Seu sonho é vender sua casa em Malibu, mudar-se para a Cidade Luz e ali, vivendo em um apartamento com água-furtada, escrever um romance de verdade.

Gil tem uma noiva, rica, linda, mimada, que ama a boa vida e que não compartilha dos sonhos do noivo. Numa noite em que eles estão em Paris, após um pequeno desentendimento, Gil decide caminhar sozinho pelas ruas da cidade, enquanto sua noiva e dois amigos insuportáveis e cheios de uma intelectualidade arrogante, vão para uma balada.

Ele, meio bêbado, senta-se em uma escadaria e quando os sinos badalam a meia noite um carro típico dos anos 20 para em sua frente e o convida para uma festa. Ele topa entrar no carro e, a principio, não percebe o que está acontecendo, mesmo quando ele é apresentado à Scott e Zelda Fitzgerald, enquanto Cole Porter toca ao piano. E é só quando ele chega a um bar e conhece Ernest Hemingway, enfim ele se dá conta de que, de alguma forma, ele está nos anos 20 em meio aos seus ídolos.

Não vou entrar em mais detalhes sobre o filme, mas este é um daqueles que podem despertar em você uma grande paixão por literatura e pelas artes em geral. Se você conhece literatura, os grandes escritores e pintores dos anos 20, vai ter uma visão mais completa da história, e vai compreender melhor algumas situações, como, por exemplo, um chilique da Zelda (esse casal de escritores teve um relacionamento super conturbado além de problemas com álcool).

Mas, mesmo que você não conheça nada sobre o assunto, vai amar o filme, porque ele é simplesmente apaixonante!!! E, quem sabe, seja esta a oportunidade de você ampliar seus conhecimentos...

Para quem quer se situar nos anos 20, vou fazer um pequeno quadro:

Não faz muito tempo, tivemos uma pequena exposição aqui na cidade, o tema era Os Loucos Anos 20, e o centro de toda essa loucura era, certamente, Paris. É interessante perceber como a década de 20 do século passado foi tão marcante para arte, a música, a literatura e, também, para a moda. Foram 10 anos, desde o fim da I Guerra até a Grande Depressão, nos quais Paris era uma festa e, enquanto os intelectuais se reuniam em Montparnasse, as maisons começam a surgir e as mulheres cortavam seus cabelos ao estilo Coco Chanel, mas estes detalhes “modísticos” a Taís vai comentar melhor com seu olhar de paetês!!

Nesta época, embalados ao som do Jazz, muitos escritores e artistas mudaram-se para Paris porque lá a vida era livre, não havia preconceitos e as pessoas tinham liberdade para criar e inovar, tanto que foram tachados de a Geração Perdida pelos puritanos da época.
Assim é que essa época marcou nossa vida e, mesmo que a gente não perceba, nos influencia até hoje!

Olha quanta coisa interessante para se aprender depois de ver esse filme, você pode aprender mais sobre história, sobre música, sobre literatura, sobre artes e... sobre MODA!!!
 
 
Bom fim de semana a todos!!
Abraços
Fefa Rodrigues

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O Pequeno Príncipe



 "O essencial é invisivel aos olhos."

                                                                                             - O Pequeno Príncipe -